Feriado da Faxina _ Pessah (Páscoa)

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É preciso que haja um começo para que exista um fim _ este é o desígnio de nossas vidas.

Armando Sodré

Assim, começou a pregação do querido líder da Rede de Jovens da Eklésia Ministério Internacional, o irmão Armando Sodré, em nossa celebração de Pessah (Páscoa).

Conhecer o verdadeiro sentido da Páscoa é um dever que cabe a todo cristão _ precisamos entender quando tudo começou. É necessário que saibamos que a Páscoa, reduzida a uma simbologia comercial de um “coelho que põe ovos”, se refere, não a chocolates superdecorados e recheados de surpresinhas, mas ao sacrifício de Cristo, nosso Cordeiro Pascal, a quem devemos a honra e a glória de termos sido reconciliados com o nosso Pai e Criador. Foi na cruz em que Jesus, o Filho de Deus, se deixou ser pregado e humilhado que recebemos a nossa Salvação _ este é o nosso COMEÇO.

Baseando-se no livro de Êxodo, no capítulo 12, do versículo 1 ao 14, o irmão Armando Sodré desenrolou a história da promessa de nossa Salvação, em que, através de Pessah (ou Páscoa) _ festa que, profeticamente, celebrava a libertação do povo judeu da escravidão no Egito (e o livramento da morte de seus primogênitos, a última praga que Adonai  enviara sobre os egípcios) _ o Senhor estabeleceu a sua aliança através do sangue de um cordeiro sem mácula _ a imagem figurada do próprio Jesus Cristo, em sua oferta sacrificial pela libertação da humanidade pecaminosa.

Segundo o entendimento revelado nesta noite, a Páscoa é o começo de TUDO (Êxodo 12.2). Devemos celebrá-la, por que nos faz lembrar de quem éramos quando vivíamos num sistema de escravidão, num lamaçal de pecado, mas ficamos saturados de pecar e resolvemos mudar. Essa mudança se refere ao momento em que tomamos para nós o Cordeiro.

[…] Tomar o Cordeiro para si significa desprezar as tentações do mundo, esquecer das coisas “boas” que nós fazíamos no mundo. Lembrar dessas coisas é abrir uma porta para o inimigo entrar em nossas vidas, e nos fazer cair de novo. Ter saudade das coisas do mundo não é para quem tomou o Cordeiro para si… Ele é a nossa Páscoa! Ele é o nosso novo começo. Se entregou por nós…  o Senhor nos dá a alegria da Salvação _ a Páscoa nos tira do sistema do Egito, do sistema do mundo. Jesus muda TUDO _ as coisas velhas se passaram, eis que tudo se fez NOVO (2 Coríntios 5.17)!

[…] Vida limpa _ sem fermento, sem pecado (1 Coríntios 5.7)! Não ficar escondendo fermento em casa, não esconder pecados no coração. Precisamos comer a Páscoa com pressa (Êxodo 12.11) _ precisamos ter pressa para deixar o pecado! Você já deu uma “geral” na sua casa? […] Deus discerne tudo dentro do homem, mas quem deve fazer a faxina somos nós.

[…] Páscoa é a festa da liberdade. Isso não significa fazer o que quiser e quando quiser. A verdadeira liberdade é acompanhada de leis para nos deixar no EIXO, senão, viveríamos no caos. Não sabemos viver em liberdade sem leis, pois a vontade de nossa carne é ser livre para fazer coisas ruins. Fazer o que se quer e quando se quer não é liberdade, é escravidão de pecado. […] Não existe liberdade sem instrução, por que nos afastaríamos da presença de Deus.

[…] O propósito da nossa liberdade é servirmos uns aos outros (Gálatas 5.13). […] Fomos libertos para a glória de sermos filhos de Deus (Romanos 8.20,21). […] Jesus veio para que pudéssemos ser livres, não libertinos, e para que experimentemos duma vida boa, agradável e destinada ao sucesso, pela Vontade de Deus. A nossa aventura é viver TODO o propósito de Deus! […] O propósito da Salvação é mais do que poder dizer: “eu vou pro céu”, mas é viver seu tudo. A PÁSCOA é o começo, TABERNÁCULOS é o auge… poder, assim como Moisés, ter o rosto reluzente após falar com Deus.

Armando Sodré

Terminada a ministração, seguiu-se um ato profético e de representação da Páscoa em nossas vidas, em que todos os jovens comeram uma folha de rúcula, cujo sabor amargo relembra um passado de pecado, superado pelo sabor de um doce, representando a nova etapa de nossas vidas, a alegria da Salvação pela superioridade do sangue de Cristo sobre toda obra da carne.

É claro que um culto de jovens não podia terminar sem algumas músicas de adoração que não permitiram ninguém ficar com os pés no chão. Afinal, que sirvamos nossos “corpos como sacrifício VIVO, SANTO e AGRADÁVEL a Deus” (Romanos 12.1).

 

Author: eklesia

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