Cristo Realmente Ressuscitou! (Evidências da Ressurreição)

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Post 2015-12 - Evidencias da RessurreicaoCristo Realmente Ressuscitou! (Evidências da Ressurreição)

“Declarado Filho de Deus em poder, segundo o Espírito de santificação, pela ressurreição dentre os mortos, Jesus Cristo, nosso Senhor.” Romanos 1:4

Em 1815 a Europa inteira agonizava em suspense à espera de notícias sobre a batalhaiminente entre o Duque de Wellington e Napoleão Bonaparte, o imperador francês. Por mais de 25 anos, a Europa tinha se convulsionado por causa da revolução francesa, as execuções em massa dos nobres franceses, a guilhotina, e duas décadas de guerras napoleônicas, que haviam transformado a Europa inteira num campo de batalha. E, justo quando todos pensavam que a ameaça tinha acabado, com Napoleão derrotado e exilado na ilha de Elba, Napoleão retornou, reuniu um enorme exército e marchou para destruir o exército britânico que estava sob o comando de duque de Wellington. As pessoas aguardavam com grande expectativa por notíciasda terrível batalha que iria decidir o futuro de todos eles.

Um veleiro sinalizava com bandeiras codificadas o resultado da batalha decisiva. Umespecialista em sinais, ficava no topo da catedral de Winchester, decifrava a mensagem a partir de um navio no canal: “Wellington derrot …”, em seguida, a névoa escondeu o navio e aquela mensagem foi enviada às Ilhas Britânicas: “Wellington derrotado!” Choque e depressão se espalharam entre todos com onotícia devastadora. Em seguida, várias horas mais tarde, quando o nevoeiro se dissipou, o sinal foi concluído: “Wellington derrotou o inimigo”! Assim que a mensagem completa foi proclamada em todo o país, houve uma tremendacelebração. A vitória de Wellington em Waterloo marcou o início de 99 anos de pazna Europa Ocidental.

A ressurreição corporal de Jesus Cristo é tremendamente importante. A morte é o maior inimigo da humanidade, e ela venceu todos os seres humanos, exceto Jesus Cristo. Cidades e nações, assim como as pessoas, nascem e crescem por um período, e, em seguida, desaparecem. Casas, roupas, até mesmo veículos se desgastam, e eventualmente, voltam ao pó, assim como seus proprietários. A Bíblia descreve estereino da decadência e da morte como “a servidão da corrupção” (Romanos 8:21). Naciência ela é reconhecida como a segunda lei da termodinâmica, a lei da entropia crescente. Deixados por conta, qualquer sistema tende a se tornar desordenado, a decair e acabar morrendo. Todos os fundadores das grandes religiões e movimentos políticos morreram, e você pode visitar seus túmulos. Eles morreram e apodreceram na sepultura. Mas Jesus Cristo está vivo!

Então, talvez você pergunte, que diferença isso faz? A ressurreição de Jesus Cristo é de vital importância, pois demonstra a vitória de Cristo sobre a morte, dá esperançapara toda a humanidade, mostra que a vida eterna está disponível para os que crerem, aponta para o triunfo final de Deus sobre todo o mal, e fornece umaindiscutível prova de que a mensagem sobre Jesus Cristo, tanto como juiz como Salvador, é verdadeira. “Porquanto tem determinado um dia em que com justiça há de julgar o mundo, por meio do homem que destinou; e disso deu certeza a todos, ressuscitando-o dentre os mortos”. Atos 17:31

A ressurreição é tão importante e fundamental para o cristianismo que tem sido alvo dos ataques mais implacáveis. Frank Morrison, um advogado, estava determinado adesmentir a ressurreição e, assim, minar o cristianismo. O resultado de suas exaustivas investigações foi a sua própria conversão à Cristo e à publicação de seu livro: “Quem Moveu a Pedra?”, que demonstra decisivas e esmagadoras evidências da ressurreição.

Um professor universitário cético, Josh McDowell, decidiu refutar o Cristianismo, investigando as evidências contra a ressurreição. O resultado foi a sua própria conversão à Cristo e a publicação do livro monumental: “Evidências que Exigem um Veredito”, que exaustivamente e de forma conclusiva apresenta documentação e provas de evidências que justificam a verdade histórica, a exatidão factual, as evidências arqueológicas, as evidências dos manuscritos, as profecias cumpridas, as vidas transformadas, e outras evidências incontestáveis que apoiam o fato da ressurreição de Cristo dentre os mortos e as reivindicações do cristianismo sobre esta verdade.

Thomas Arnold, professor de História na Universidade de Oxford, um dos maioreshistoriadores do século 19, escreveu: “Não conheço nenhum fato na história da humanidade, melhor comprovado pela melhor, a mais completa evidência ou forma de prova, dentro da compreensão da um inquiridor íntegro, do que o grande sinalque Deus nos deu, de que Cristo morreu e ressuscitou.”

Simon Greenleaf, reconhecido como uma das mentes jurídicas mais qualificadas que já existiu, desenvolveu a Faculdade de Direito de Harvard. Ele é reconhecido como aautoridade máxima sobre o que constitui uma prova irrefutável. Simon Greenleaf fezuma análise aprofundada e exaustiva das provas objetivas e o testemunho dos escritores dos quatro Evangelhos, Mateus, Marcos, Lucas e João. Em seu livro: “O testemunho dos Evangelistas” (Baker, 1874), ele concluiu: “Portanto, era impossível que eles pudessem ter persistido na afirmação da verdade que narravam, se Jesus não tivesse realmente ressuscitado dos mortos, e se não tivessem conhecido este fatotão certo como eles sabiam de qualquer outro fato.”

Simon Greenleaf declarou que qualquer tribunal de justiça, se apresentada aevidência da ressurreição, teria que dar um veredito em favor da integridade eexatidão dos escritores do Evangelho e o fato da ressurreição.

Ben Hur, um dos livros mais populares já escrito, e um dos filmes mais bem sucedidos já produzido, resultou de um desafio ao General Lew Wallace sobre a autenticidade da ressurreição de Cristo, e um exame cuidadoso das evidências.

Quais são os fatos?

Os líderes religiosos, os fariseus e saduceus, que tinham feito uma campanha deconspiração com acusações falsas, para Jesus Cristo ser preso e executado, tinham interesses muito importantes em refutar qualquer alegação em favor da Ressurreição. Eles presumiram que a execução de Jesus iria eliminar a ameaça ao seu poder religioso e silenciar seus apoiadores. Esses líderes religiosos judeustinham uma grande preocupação à respeito do corpo de Jesus, e procuraram ogovernador romano, Pôncio Pilatos, solicitando um destacamento militar para proteger o túmulo (Mateus 28: 62-64).

A prioridade do governador romano da província da Judeia era de preservar a paz e a estabilidade. Ele reconhecia os problemas políticos inevitáveis, se alguma coisaacontecesse com esse mestre religioso à quem ele declarou três vezes ser inocente, e, finalmente, lavou as mãos diante da multidão, declarando: “Estou inocente do sangue deste homem” (Mateus 27:24 ). Sua esposa o havia avisado: “Não faça nadacom esse homem inocente, pois hoje sofri muito num sonho por causa dele.” (Mateus 27:19)

Pilatos estava bem consciente do falso julgamento que tinha sido instalado, e a última coisa que ele precisava era de uma análise negativa de sua condutavergonhosa e do abandono do dever nesse caso. Ter a certeza de que o corpo davítima iria permanecer sepultado era definitivamente um interesse político para Pilatos também. “E disse-lhes Pilatos: Tendes a guarda; ide, guardai-o como entenderdes.” Mateus 27:65

A Guarda Romana

Pela forma como o sumo-sacerdote e os chefes religiosos abordaram o governador romano, e o fato da palavra grega Koustodia ser usada para descrever odestacamento de soldados, mostra evidentemente que era uma guarda romana. Se somente tivessem usado os guardas do templo, então não teria havido necessidadede abordar Pilatos para ele emitir essa ordem. Além disso, a preocupação dos guardas, após a ressurreição, de serem protegidos do governador (Mateus 28:14) confirma que aqueles que guardaram o túmulo eram soldados romanos. O destacamento teria consistido de pelo menos dezesseis soldados, com quatro delescolocados diretamente em frente da entrada do túmulo, de plantão, o tempo todo.Sob a lei militar romana, qualquer soldado em guarda que abandonasse seu posto,ou adormecesse no exercício do dever, teria que enfrentar a execução. Normalmente, se os soldados romanos permitissem que um prisioneiro escapasse, eles enfrentariam a mesma sentença do prisioneiro, neste caso a crucificação.

O selo colocado sobre a pedra na entrada do túmulo representava a autoridade administrativa, e apenas um funcionário autorizado por Roma teria permissão de quebrar o selo. Qualquer pessoa que rompesse um selo romano sem permissão, seriaperseguido e executado.

Embora a intenção dos líderes religiosos e políticos tinha sido o de assegurar que o fenômeno de Jesus terminou no túmulo, suas medidas de segurança extraordináriasserviram apenas para confirmar a verdade de que eles tinham assassinado um homem inocente e que Jesus Cristo era verdadeiramente o Messias, o Filho do Deus Vivo, “o primogênito dentre os mortos e o soberano dos reis da terra … e aquele que vive e foi morto, mas eis aqui estou vivo para todo o sempre. Amém”.  Apocalipse 1: 5,18

“E, no fim do sábado, quando já despontava o primeiro dia da semana, Maria Madalena e a outra Maria foram ver o sepulcro. E eis que houvera um grande terremoto, porque um anjo do Senhor, descendo do céu, chegou, removendo a pedra da porta, e sentou-se sobre ela. E o seu aspecto era como um relâmpago, e as suas vestes brancas como neve. E os guardas, com medo dele, ficaram muito assombrados, e como mortos. Mas o anjo, respondendo, disse às mulheres: Não tenhais medo; pois eu sei que buscais a Jesus, que foi crucificado. Ele não está aqui, porque já ressuscitou, como havia dito. Vinde, vede o lugar onde o Senhor jazia. Ide pois, imediatamente, e dizei aos seus discípulos que já ressuscitou dentre os mortos. E eis que ele vai adiante de vós para a Galileia; ali o vereis. Eis que eu vô-lo tenho dito. E, saindo elas pressurosamente do sepulcro, com temor e grande alegria, correram a anunciá-lo aos seus discípulos. E, indo elas a dar as novas aos seus discípulos, eis que Jesus lhes sai ao encontro, dizendo: Eu vos saúdo. E elas, chegando, abraçaram os seus pés, e o adoraram. Então Jesus disse-lhes: Não temais; ide dizer a meus irmãos que vão à Galileia, e lá me verão.” Mateus 28: 1-10

Jesus Realmente Morreu?

Outros tem questionados se Cristo realmente morreu naquela cruz. Talvez Ele só tenha desmaiado? Essa teoria do desmaio quer nos fazer crer que os soldados romanos, que eram matadores profissionais, (o centurião responsável naquele dia, muito provavelmente supervisionou dezenas, se não centenas de execuções), haviam falhado em garantir que este prisioneiro político importantíssimo não morreu realmente. Considerando a crudelíssima flagelação, a tortura excruciante da crucificação, e o golpe de lança no seu lado direito, com sangue e água escorrendo, todos essa são evidências convincentes da morte.

No entanto, aqueles que defendem a teoria do desmaio nos querem fazer crer que alguém que tinha sofrido uma flagelação tão selvagem, uma crucificação, e um golpe de lança no coração, não só sobreviveu apesar da lendária eficiência militar romana (para matar), mas que também despertou numa laje fria dentro de um túmulo frio.Além disso, de alguma forma, ele se desvincilhou das roupas do sepultamento, dos 45 quilos de especiarias, pomadas e embalagens, que o tinham praticamente mumificado, conseguiu rolar a pedra de duas toneladas, vencido, ou iludido, os 16 soldados romanos, e de alguma forma encontrou e impressionou os discípulos comsua Divindade? Estas suposições apenas foram mencionadas, a fim de serem consideradas inacreditáveis.

O Túmulo Vazio

Para explicar o túmulo vazio, os inimigos do Evangelho tiveram de recorrer à algumas falsificações desesperadas. A primeira foi sugerir que os discípulos tinham roubado o corpo. Esta incrível teoria sugere que os mesmos discípulos que tinham pegado no sono lá no jardim, que fugiram quando Ele foi preso, que O negou diante de uma jovem, que estavam se escondendo de medo trancados numa sala, puderam dominar dezesseis soldados romanos profissionais treinados, se atreveram à quebrar um selo romano, removido uma pedra de duas toneladas, só para roubar um cadáver! Um Messias morto não teria servido absolutamente para nenhum propósito. Qual teria sido a possível motivação deles, mesmo que tivessem tido a capacidade de superar obstáculos militares, políticos e logísticos? Eles não tinham nada à ganhar e tudo à perder.Todos os discípulos sofreram cruéis perseguições, a maioria morreu como mártires da fé. Você morreria para defender uma mentira, sabendo que é uma mentira?

Outra tentativa desesperada de explicar a ressurreição de Cristo foi a de que elesforam ao túmulo errado. Todos eles. Maria Madalena, Pedro, João, as outras mulheres, todos foram ao túmulo errado. E de alguma forma, nem os fariseus, nem os saduceus, nem os soldados romanos, nem José de Arimateia, que era proprietário do túmulo, chegaram à considerar que o túmulo estava de fato ainda ocupado! No entanto, esta teoria também é impossível, como o túmulo não ficava num cemitério,mas em um jardim de propriedade particular de José de Arimateia. Não havia outratumba naquele jardim.

A Ausência do Corpo

E tudo o que os líderes judaicos e romanos tinham que fazer, a fim de acabar com o cristianismo para sempre, seria “aparecer” com um cadáver de Jesus. Mas eles não puderam fazer isso. Mesmo quando o apóstolo Pedro se levantou no dia de Pentecostes e proclamou: “Portanto, que toda a casa de Israel saiba com certeza que Deus fez a este Jesus, que vós crucificastes, Senhor e Cristo.” Atos 02:36. “Com grande poder os apóstolos davam testemunho da ressurreição do Senhor Jesus.” Atos 4:33. E muitos milhares em Jerusalém, incluindo muitos fariseus, creram em Jesus Cristo.

A Crise de Credibilidade

Para os líderes religiosos judeus, isso foi o seu pior pesadelo, um desastre. A proclamação da ressurreição de Jesus Cristo minou o poder e credibilidade deles.Milhares de seus seguidores acreditavam agora que haviam condenado um homem inocente, o próprio Messias. Essa nova religião, o Cristianismo, estava minando a base de poder e credibilidade dos fariseus e saduceus. Se o corpo de Jesus pudesse ser encontrado, então o cristianismo poderia ser liquidado em sua origem e a ameaçaao “status quo” religioso teria terminado. Uma vez que eles precisavam desesperadamente do cadáver de Jesus, os líderes judeus usaram de todos os meios à sua disposição para encontrá-lo, se isso fosse possível.

As Testemunhas Oculares

No entanto, não estamos lidando apenas com o túmulo vazio e a ausência do corpo, mas o depoimento de testemunhas oculares. Em pelo menos doze ocasiões separadas, Jesus Cristo foi visto depois de sair do túmulo. Maria Madalena (João 20: 11-18; Marcos 16: 9); as outras mulheres (Mateus 28: 8-10); Pedro (Lucas 24:34); os dois discípulos no caminho de Emaús (Lucas 24: 13-35); dez dos discípulos (Lucas 24: 36-43; João 20: 19-24); todos os onze discípulos, oito dias depois (João 20: 24-29); sete discípulos junto ao mar de Tiberíades (João 21: 1-23); a quinhentos deles de uma vez (1 Coríntios 15: 6); Tiago (1 Coríntios 15: 7); a todos os onze apóstolos, e outros, na Ascensão (Atos 1: 3-12); Paulo (Atos 9: 3-8); e João (Apocalipse 1: 12-18),todos viram o Senhor corporalmente, ressuscitado dentre os mortos.

Para desmerecer o testemunho de todas estas testemunhas oculares, os inimigos do Cristianismo sugerem que foram meras alucinações, talvez como resultado dehipnose ou histeria coletiva. No entanto, enquanto as alucinações tendem a serexperiências psicológicas específicas de um indivíduo, estamos aqui lidando com umgrande número de pessoas, que em momentos diferentes, em diferentes grupos, em locais diferentes, tanto dentro de edifícios ou ao ar-livre, no topo de uma colina, ao longo de uma estrada, na margem de um lago, todos viram o Senhor. Eles viram,comeram com Ele, viram as feridas em suas mãos e no seu lado.

E longe de ser ingênuo, parece que seus discípulos eram muito céticos e resistentesem crer. Tomé declarou que ele não poderia crer que Cristo tinha ressuscitado, a menos que ele, pessoalmente, colocasse os dedos nos buracos dos cravos em Suas mãos e pés e na ferida ao seu lado.

Não só temos o depoimento das testemunhas oculares, mas também a dramáticatransformação dos discípulos. A ressurreição de Cristo dentre os mortostransformou a tristeza dos discípulos em alegria, sua covardia em ousadia, seu ceticismo à fé e sua dúvida em confiança e determinação. Mudou Saulo, o perseguidor da igreja, em Paulo, o apóstolo da igreja.

Também transformou a sociedade e a história. Mudou o sábado judaico para o domingo cristão, o dia do Senhor. O que mais poderia explicar a substituição dosábado como o dia de descanso judaico para o domingo cristão, como o dia do Senhor? A Ressurreição transformou um remanescente judeu, na Igreja CristãUniversal. Mais de 2 bilhões de pessoas no mundo se declaram cristãos que creem na ressurreição de Cristo dentre os mortos. A própria existência do maior movimento religioso na história do mundo é outra poderosa evidência da verdade da ressurreição.

O próprio Jesus havia profetizado Sua Ressurreição dentre os mortos. E por causa de Seu cumprimento, podemos estar absolutamente certos de que Jesus Cristo é o Deus conosco, como ele mesmo declarou. Por Sua Ressurreição podemos saber que nossos pecados são perdoados pelo seu sangue derramado na cruz do Calvário: “E, como Moisés levantou a serpente no deserto, assim importa que o Filho do Homem seja levantado, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna. Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna”. João 3:14-16

Por causa da morte de Cristo na cruz podemos nos alegrar no fato de que os nossos pecados foram pagos. Somos perdoados e justificados pela fé.

Por causa da ressurreição de Cristo dentre os mortos podemos nos alegrar com a perspectiva de vida eterna.

Por causa da Ascensão de Cristo podemos saber que Ele tem toda a autoridade e que a Sua Grande Comissão será cumprida na terra.

Por causa da vinda do Espírito Santo no Pentecostes não precisamos confiar em nossas capacidades, mas em apenas em Seu poder. “Não por força, nem por poder,mas pelo meu Espírito, diz o Senhor.”

William Sangster, líder cristão e compositor de hinos, sofria de uma paralisia queacabou por impedi-lo até mesmo de falar. Em sua última Páscoa, antes de morrer,ele escreveu: “Quão terrível é acordar no dia da Páscoa e não ter voz para gritar: “ELE RESSUSCITOU”, mas muito pior do que isso é ter uma voz e não a vontade de gritar!”

Nós servimos um salvador ressurreto!

A morte foi derrotada. Cristo ressuscitou, vitorioso sobre a morte, o inferno e satanás.

Jesus Cristo é a Ressurreição e a Vida. Aquele que Nele crer, ainda que morra, viverá(João 11:25).

“Bendito seja o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo que, segundo a sua grande misericórdia, nos regenerou para uma viva esperança, pela ressurreição de JesusCristo dentre os mortos.” 1 Pedro 1: 3

por Dr. Peter Hammond

Author: eklesia

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